Descansem, o Dia dos Namorados não é todos os dias

Parece que não há uma origem definida e exacta para o Dia dos Namorados, ou Dia de S. Valentim. Há mais de uma tese e ainda bem. Assim não se pode culpar apenas um indivíduo, o Valentim, por esta coisa existir. Não é que tenha algo contra, não, cada um com os seus gostos, mas não partilho do estusiasmo pela mania dos dias disto e daquilo. 

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David Fitzsimmons,Arizona Daily Star, Tucson AZ

Regressando à história. Uma das teses, a mais forte, ao que tudo indica, aponta para os tempos do Imperador Romano Claudius II. Naqueles dias, o homem – o imperador – terá proibido os casamentos, para assim angariar mais soldados para as suas frentes de batalha. No entanto, nem todos foram controlados pelo romano. Um pequeno sacerdote, de nome Valentim, lutou contra este decreto imperial e realizou casamentos em sigilo. Claro que o segredo foi descoberto e Valentim foi preso, torturado e condenado à morte. São Valentim é, aliás, apresentado como um sacerdote cristão e um mártir que teria sido morto a 14 de Fevereiro de 269 d.C.

A lenda tem algumas variantes que acrescentam pormenores. Por exemplo, numa delas, Valentim, quando preso, era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da morte, terá deixado um bilhete dizendo “do teu Valentim”. Terão nascido ai os cartões de amor? Há ainda quem indique que o costume de enviar mensagens de amor neste dia nada têm a ver com o santo, mas sim com um hábito que surgiu na Idade Média. Acreditava-se que o dia 14 de Fevereiro assinalasse o princípio da época do acasalamento das aves. Daí à mania do dia dos namorados foi um instante.

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