Com jeito, o Partenon vai ser meu

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Não há como uns dias fora do país para, no regresso, me sentir privilegiado por viver num país rico. Não que tenha ido à Somália ou Etiópia, apenas porque no regresso descobri que Portugal é o 20º melhor país para se ser mãe. E descobri que, sem que alguém me perguntasse algo, vou emprestar 200 euros à Grécia.

Melhor, descobri que todos os portugueses, desde o António Mexia até ao mais simples receptor do rendimento de inserção, vão emprestar dinheiro, também 200 euros, à Grécia.

Dizem-me que, dentro de três anos, se correr bem, posso receber o dinheiro de volta e com juros. Aviso, pois, que quero mesmo receber esse rendimento do empréstimo. E aí da Grécia que não devolva a massa. Vou lá e penhoro o Partenon.

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Com jeito, o Partenon vai ser meu