Magalhães com pouca memória

Há qualquer coisa que não se percebe. O negócio entre o Estado e a JP Sá Couto foi claro e transparente, garantiu já José Sócrates um sem número de vezes.

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A 16 de Dezembro a Comissão Europeia “abriu a primeira de três etapas de um processo de infracção contra Portugal”, considerando que o Estado infringiu as regras comunitárias que regem os contratos públicos ao adjudicar o fornecimento dos computadores Magalhães por “ajuste directo à empresa portuguesa JP Sá Couto”.

Agora, ao pedido de esclarecimento da Comissão, o Governo pede mais tempo para responder. Mais tempo porquê, se foi tudo transparente e claro como a água? Será que falta memória RAM?

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Magalhães com pouca memória