Quando as conversas são a 140 caracteres

Existe desde há cerca de quatro anos, mas foi num período de cerca de ano e meio (ainda assim uma eternidade no mundo da internet) que o Twitter ganhou pujança. Beneficiando de uma projecção mediática extraordinária, de umas eleições presidenciais nos EUA onde acabou por ser protagonista, o site de microbloging garantiu um lugar ao sol. Pelo menos durante mais algum tempo. É verdade que o futuro é ainda incerto. O projecto ainda não encontrou um modelo de negócio que lhe permita obter rendimentos visíveis e o Twitter não é um YouTube que, debaixo da alçada da Google, pode ainda continuar a perder dinheiro.

Ferramenta de comunicação em 140 caracteres de cada vez, o Twitter tem milhões de utilizadores regulares em todo o mundo. Muitos dos que se inscreveram pouco ou nada utilizam o programa. Muitos por não verem relevância na coisa, outros por não lhe encontrarem utilidade. Há quem tenha dezenas ou centenas de seguidores. Há quem tenha milhares ou mais de um milhão, como a CNN ou o actor Ashton Kutscher, que fizeram uma “corrida” para ver quem chegava primeiro à marca de um milhão de “fallowers”. O marido de Demi Moore ganhou.

Certo é que, como todas as acções no mundo da Internet (e não só), é preciso ter algum cuidado com o que se diz. Vejamos o que um diálogo de 140 caracteres pode provocar… (vídeo em inglês)

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Quando as conversas são a 140 caracteres