E que tal uma explicação?

Diz o adágio popular que o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita. Talvez seja esse o caminho do PSD no processo eleitoral para as legislativas.

Quando tudo estava a correr bem para Manuela Ferreira Leite, bastou a contestação de algumas distritais às suas opções para a construção das listas do PSD às eleições e uma mão cheia de perguntas de jornalistas, para a líder do partido “laranja” exibir uma estranha irritação.

Ser presidente do PSD, partido que pode ser governo de Portugal dentro de poucos meses, dá-lhe poder e autonomia para decidir sobre quem pretende integrar nas listas mas também obriga Ferreira Leite explicar essas opções aos portugueses. E, de preferência, sem arrogância e irritação.

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E que tal uma explicação?