Só por Hotel Califórnia já merecem o Olimpo

Admito que algumas das suas músicas podem rondar o ‘foleiro’. Enfim, não se pode ser bom o tempo todo. Não interessa, só por uma canção, uma única canção, os Eagles merecem entrar no restrito círculo do deuses da música.

“Hotel Califónia” é um hino. A tudo. Àquilo que se quiser. O mistério que rodeia a canção não precisa de ser explicado. Nunca o será. Os autores não abrem a boca sobre o assunto e fazem eles muito bem. Aliás, eventualmente eles próprios não terão qualquer resposta.

Os Eagles estreiam-se hoje, quarta-feira, em palcos portugueses, no palco do Pavilhão Atlântico, pelas 21h00, para um concerto que será um regresso a algumas das mais emblemáticas canções das últimas quatro décadas.

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O espectáculo terá cerca de três horas de duração. Este será o último concerto da digressão do grupo e coincide ainda com a celebração do 62º aniversário de Don Henley, o carismático baterista e fundador do grupo.

Os Eagles trazem uma formação de peso, a saber, os fundadores Glenn Frey, 60 anos, (voz, guitarra, teclas, harmónica) e Don Henley (voz, bateria, guitarra), a que se juntam Joe Walsh, 61 anos (guitarras, teclas, voz), que está no grupo desde 1975, e Timothy B. Schmit, de 61 anos (viola-baixo, guitarra acústica, voz), que entrou para a banda em 1977.

Em não vou lá estar mas gostaria. Para ouvir todas as músicas, mas sobretudo “Hotel Califórnia”, uma daquelas que levaria para uma ilha deserta.

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Só por Hotel Califórnia já merecem o Olimpo