Na política, todos os argumentos são bons, mas uns são melhores que outros

O poeta TS Eliot, enquanto director da editora Faber and Faber, nos anos 40 do século passado, recusou o manuscrito de "O Triunfo dos Porcos", de George Orwell, por considerar a obra "nada conTS_Eliot_0104vincente" e "trotskista".

Numa carta de 1944 em que justifica a sua recusa em publicar a obra na editora, Eliot afirma que não era “o momento” para publicar o romance declaradamente anti-totalitarismos, mas que soava a anti-estalinista.

 

"Não estamos convencidos de que seja o ponto de vista correcto. É a obrigação de qualquer editora de interesses e motivos distintos dos meramente comerciais publicar livros que vão contra a corrente do momento”, escreve.

O poeta e editor observa ainda não estar seguro de que aquilo que Orwell conta no seu romance "seja o que há que dizer neste momento". Na sua carta, Eliot argumenta que o ponto de vista de Orwell, que o poeta considera "trotskista", "não é convincente".

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