Vai um cafezinho, do mais caro do mundo? Tem a certeza?

Foram Morgan Freeman e Jack Nicholson que me apresentaram ao café Civet, um tipo, será melhor defini-lo como especialidade, produzido na Ásia, em particular na Indonésia mas não só.

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No filme “The bucket list”, a personagem de Nicholson, mais um neurótico elemento da sociedade, e rico, e dono de um hospital, apenas aprecia este tipo de café e transporta-o, mais à sua cafeteira dourada, para todo o lado. Mais tarde na história, a personagem de Freeman há-de explicar-lhe porque é que aquele é, de facto, o café mais caro do mundo. Uma circunstância que deriva do seu processo de fabrico, muito lento e apenas com recurso às regras mais profundas da mãe natureza.

O registo fotográfico que o “Telegraph” nos apresentou por estes dias ajuda a explicar o circuito de tão afamado café. Se aprecia a bebida, pense duas vezes antes de ver as imagens do “Telegraph”.

Já viu? Pois. Poderiamos, claro, estar aqui a apresentar algumas piadas acerca do assunto mas todas elas me soam a clichés. Por isso, o melhor é, por enquanto, beber uma chávena de chá.

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Vai um cafezinho, do mais caro do mundo? Tem a certeza?