As opções musicais e a inteligência estão relacionadas?

Um estudante do CalTech (California Institute of Technology), Virgil Griffith, decidiu promover um estudo, muito interessante mas sem valor científico, procurando relacionar as preferências musicais dos alunos com os seus resultados no SAT (Scholastic Aptitude Test ou Scholastic Assessment Test), um exame destinado a avaliar os estudantes e facilitar a selecção no acesso às diversas universidades. Quanto melhor os resultados, melhor as possibilidade de aceder às faculdades preferidas.

Os resultados do SAT são muitas vezes criticados e nem sempre correspondem ao valor dos alunos ou à sua inteligência. No entanto, foram os seus resultados, mais ou menos objectivos, que Virgil utilizou para o estudo em apreço.

Os dados indicam que Beethoven era o preferido dos mais inteligentes, com uma média de 1371 pontos no SAT. No outro extremo, Lil’Wayne era o preferido dos – vá lá -, menos inteligentes. No topo da lista positiva estavam bandas como Counting Crows e Radiohead, entre outros (ver imagem). Quanto a estilos musicais, não podem ser tiradas conclusões.

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Se este estudo fosse feito em Portugal, como seria? Em que lugar ficariam os apreciadores de Madredeus, Mariza, Xutos e Pontapés, Deolinda, Tony Carreira e Marco Paulo? E Quim Barreiros, o campeão das festas estudantis de Maio? Seria o homem de Vila Praia de Âncora o preferido?

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