Quando os jornais, e não só, erram…

Quando nasceu, há 19 anos, o jornal Público apresentou uma novidade nos órgãos de comunicação social nacionais: a mini-secção “O Público errou”. O jornal já mudou de grafismo, de directores, de suplementos, de linha editorial estratégica mas manteve sempre esse espaço, destinado a mostrar que os jornalistas, como todos os seres humanos (sim, os jornalistas também são humanos), erram.

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Foi uma novidade na imprensa nacional, por norma detentora de uma sobranceira superioridade que, de tanto olhar para cima, impedia de ver as asneiras que cometia naquele produto que todos utilizavam para embrulhar peixe.

Ontem, ao soprar as velinhas dos 19 anos, o jornal publicou uma interessante recolha de alguns erros. Asneiras na comunicação social, em toda ela, é algo que não falta. Mesmo nos “novos” meios, como os sites e alguns blogues, como o cyberjournalist.net revela numa página a que chamou “deslizes”. Um eufemismo, pois…

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Quando os jornais, e não só, erram…