Portugal ganha “embaixador” na Casa Branca

O orgulho nacional pode ficar mais composto. Isto se der alguma relevância ao caso. Para além de alguns luso-descendentes, haverá algo bem português na Casa Branca. Em declarações à revista People, Michelle Obama conta que a longa indefinição sobre a mascote mais importante do mundo está tomada e recaiu sobre o cão de água português. Agora, os Obama, todos, desde os séniores às juniores, estão à procura de um exemplar com a “idade certa” e que “se adeque” à dinâmica da família. Do ponto de vista do temperamento, “é suposto serem muito bons”, conferiu a primeira-dama.

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Se tudo correr bem, em Abril ficará a conhecer-se em detalhe o novo residente da mais famosa casa da Pennsilvanya Avenue, em Washington. E porque em Abril? “Tem de ser depois das férias da Páscoa. Não se pode arranjar um cão novo e depois partir durante uma semana”, esclareceu, de forma sábia, a senhora Obama.

O cão de água português, diz o Público, é uma das espécies caninas menos susceptíveis de provocar problemas respiratórios e a filha mais velha de Michelle e Barack Obama, Malia (10 anos), sofre de alergia ao pêlo de cão. O que a primeira dama não estava à espera era o grande interesse que este caso suscitou. Nós também estamos.

O próximo jogo, refere a People, passa por encontrar o nome do bicho. “Frank” e “Moose” são duas das possibilidades. Mas Michelle não gostou de nenhuma. Assim, as filhas têm de continuar a busca.

Será que esta opção da família presidencial vai implicar uma nova troca de correspondência entre os presidentes dos dois países? São cenas dos próximos episódios.

Ora digam lá se não estamos mais orgulhosos, hein? Mais, só se o nome também for português. Isso é que era.

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