As ricas-agora-menos-ricas-mulheres-ou-amantes-de-banqueiros-desesperadas têm um blogue

É por causa de coisas como a que aqui conto que aprendi a gostar de blogues. Pela força, dinamismo e relevância social e na comunidade que podem ter, permitindo uma voz, mais ou menos ampliada, a quem não teria muitas possibilidades de a ter. Mesmo que essa voz pareça algo – vá lá – ‘estranha’.

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Ainda não sei se a ‘coisa’ que me leva a isto tem ou não validade no mundo real ou não passa de uma acção de marketing. Não seria a primeira vez e não será a última que os blogues são utilizados em acções de promoção.

O jornal Sol conta, online, que “duas namoradas de  banqueiros de Wall Street, que sofreram com a crise e consequente recessão económica, resolveram criar um blogue onde se lamentam da vida que perderam quando as suas contas bancárias começaram a ficar mais pequenas”.

A notícia refere haver quem desconfie que o blogue é ‘falso’ e apenas uma forma de promover um livro ou um programa televisivo sobre o tema. O tempo dirá. Em todo o caso, não deixa de ser mais um exemplo de como a internet e os blogues mudaram uma parte significativa da sociedade.

Se assim não fosse, quem iria dedicar alguns minutos do seu tempo a tentar perceber como mudaram as vidas destas ‘ricas-agora-menos-ricas-mulheres-ou-amantes-de-banqueiros-desesperadas’?

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As ricas-agora-menos-ricas-mulheres-ou-amantes-de-banqueiros-desesperadas têm um blogue