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Arquivo da Categoria ‘Desporto’

Os mais valiosos fãs de futebol da Europa…

São os do Chelsea, pelo menos segundo a Economist

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Confundir o peito com a mão é um erro comum

25, Fevereiro, 2010 José Freitas Nenhum comentário

Vinte anos é muito tempo. Se Paulo de Carvalho cantava, há uns anitos, “10 anos é muito tempo”, imagine-se agora 20. É o dobro.

Numa entrevista sobre um dos mais célebres lances do futebol português, ao jornal i, Vata garante: "Havia vento e marquei com o peito. A sério, é como lhe digo". O “marquei” refere-se ao golo que apontou – com a mão ou peito – pelo Benfica ao Marselha, para a Taça dos Campeões, há 20 anos. Um golo que valeu a presença na final, perdida.

As convicções, respeitáveis, de Vata são lá com ele. Os rapazes do Marselha é que não estavam nada convencidos. Uma outra mão, ainda mais famosa, a ‘mão de Deus’, tinha sido há apenas quatro anos…

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Ninguém corre atrás do prejuízo!

18, Fevereiro, 2010 José Freitas Nenhum comentário

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A coisa nasceu há já uns bons anos. Na rádio. Primeiro surgiu devagar, depois, como os coelhos, foi-se reproduzindo de forma rápida e imparável. Generalizou-se por muitos dos relatadores e comentadores futebolísticos das rádios, das nacionais às locais, passou a ocupar espaço no léxico dos narradores e comentadores de futebol das televisões e até chegou aos jornais, num contágio fulminante.

A frase é simples e até pode soar bem: “correr atrás do prejuízo”. Sim, todos sabemos o que pretende dizer. Mas, já agora, um esclarecimento: alguém no seu perfeito juízo corre atrás do prejuízo?

Já calculava que a resposta fosse não. Então e se deixassem de usar a frasezinha parva, hem?

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E Sá Pinto demitiu-se…

21, Janeiro, 2010 José Freitas Nenhum comentário

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Sá Pinto já não faz parte do organigrama da direcção do Sporting, ao demitir-se esta manhã do cargo de director-desportivo.

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Liedson e Sá Pinto: leões em “mosquitos por cordas”

21, Janeiro, 2010 José Freitas Nenhum comentário

É sabido que os ânimos têm estado agitados para as bandas de Alvalade nesta época desportiva. Um clima que ajuda a explicar os problemas exibicionais e os fracos resultados da equipa durante meses. Sim, o plantel é desequilibrado, como dizem os especialistas. Sim, há lacunas de elementos de qualidade em alguns sectores. Mas também já havia uns e outros na época passada e as coisas nem correram muito mal. Pelo menos não tão mal como nesta época.

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As notícias sobre as alegadas agressões – sejam empurrões, murros ou simples impropérios -, entre Liedson e Sá Pinto, ajudam a tentar perceber o que se passa no reino do Leão.

Os jornais desportivos dizem que não se sabe – ainda – se Sá Pinto e Liedson chegaram "a vias de facto", mas fala-se em murros e empurrões, na presença, quer de todos os jogadores da equipa, quer do treinador Carlos Carvalhal e de que os ânimos só terão serenado quando Liedson foi retirado do balneário. Vale que é levezinho.

Ora, uma alegada crítica de Sá Pinto ao erro do guarda-redes Rui Patrício, que deu origem ao segundo golo do Mafra, não parece motivo para uma reacção e zanga séria de Liedson em defesa do colega de equipa. Há aqui algo mais.

Em particular com o ‘levezinho’. Desde pedir ao treinador, ainda no tempo de Paulo Bento, para parar porque as coisas não estavam a correr bem. E agora este caso.

P. S. Nunca percebi porque é que se fala de “mosquitos por cordas” quando há este género de conflitos.

E o Braga?

17, Janeiro, 2010 José Freitas Nenhum comentário

Uns vêem o FC Porto a seis pontos. Outros vêem o Benfica a seis pontos. E ninguém parece ver o Sporting de Braga, que lidera há 16 jornadas.

Pode não durar até ao fim, mas ainda é líder.

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Todas as petições são importantes mas umas são mais importantes que outras?

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Para evitar chatices fica a declaração de interesses: Não sou ‘doente’ pelo futebol e gosto de ver erguida a verdade desportiva. Agora, ao que me traz.

Hoje, além da petição pelo referendo ao casamento homossexual, foi entregue na Assembleia da República a famosa petição “pela verdade desportiva”, promovida pelo jornalista Rui Santos. O documento defende o uso de novas tecnologias para auxiliar os árbitros de futebol. Nada tenho contra o propósito da petição. Já a formulação prática desta medida me deixa dúvidas. Seria uma espécie de júri de quatro ex-árbitros a ver duas ou três repetições televisivas que iria determinar a opção do árbitro? E o jogo ficaria parado, enquanto analisavam e discutiam a coisa? E seria passível de recurso, com visionamento de câmaras de outro ângulo?

Claro que as discussões de segunda-feira iriam perder todo o interesse. As queixas dos treinadores teriam de ser orientadas para outros alvos, como os cameraman das televisões, que não captaram o lance do melhor ângulo. Os presidentes teriam de passar a acusar outros, talvez os empregados dos bares dos estádios, em vez de assumir erros próprios.

Em todo o caso, e voltando ao que aqui me traz, não percebi a razão de tal aparato e de tantas celebridades na entrega de umas assinaturas. Uma cerimónia pomposa que teve o ar de uma gala. Enfezada, claro, sem glamour, sem caras larocas a apresentar os protagonistas, mas com muito aparato. E gente ‘in’. Ele era o presidente da SIC, o presidente da Liga, o presidente da federação, presidentes de clubes e muitas outras pessoas. Até jogadores. De gravata, portanto era gente importante.

O presidente da AR, Jaime Gama, já garantiu uma análise cuidada à petição. Sempre são sete mil pessoas a assinarem o dito cujo documento. Daí a minha questão: todas as petições são entregues com uma festa deste género? Ou todas as petições são importantes mas umas mais importantes que outras?

Black Eyed Peas com Portugal no Mundial! Iupi

17, Dezembro, 2009 José Freitas Nenhum comentário

Na derradeira etapa de apuramento para o Mundial de futebol de 2010, Carlos Queiroz revelou que a canção “I gotta a feeling”, dos The Black Eyed Peas, estava a servir de inspiração e motivação para os jogadores nacionais atingirem a qualificação.

Nada de Amália, Mariza, Clã ou Xutos e Pontapés, com um nome mais apropriado ao mundo da redondinha. A selecção queria mesmo a banda norte-americana da moda, Black Eyed Peas. Em especial a cantar ‘I gotta a feeling, that’s tonight gonna be a good night’. Fosse pela motivação musical ou pela melhor arte no chuto da bola, o apuramento lá chegou.

Sabedores da coisa, os The Black Eyed Peas já vieram anunciar que vão apoiar a selecção nacional durante o Mundial 2010. Nem mais. E não se ficaram apenas por meias palavras. Gravaram um vídeo em que agradecem a opção e declaram apoio total.

Será que alguém na federação se vai lembrar de propor a nacionalização dos três moços e da simpatica donzela?

 

Não terá ido O Jogo longe demais?

11, Dezembro, 2009 José Freitas Nenhum comentário

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Sporting não quer confusões

30, Novembro, 2009 José Freitas Nenhum comentário

O Sporting colocou no mercado uma promoção, a "Gamebox Duo", que só pode ser comprada por casais heterossexuais. É interdito a essas modernices de casais homossexuais. Esses, em primeiro lugar, não devem gostar de futebol e, mesmo que gostem, que comprem os bilhetes comuns.

As normas de acesso à promoção contemplam apenas "dois sócios do sexo oposto" e a "obrigatoriedade de serem Homem e Mulher". Não devem valer travestis, embora o normativo não seja esclarecedor.

Ao jornal i o presidente da Opus Gay, António Serzedelo, referiu não perceber como é que em pleno século XXI, “um grande clube como o Sporting, que terá seguramente sócios homossexuais, pode fazer uma discriminação insultuosa como esta".

Um dirigente do Sporting esclareceu, para que não haja confusões, que esta é “uma campanha para mulheres e não para casais". Esclarecidos, pois.

Daqui se assume que um casal de lésbicas, homossexuais, portanto, pode comprar a Gamebox Duo. Já um casal masculino não, porque não tem mulheres. Ah, perdão, afinal o gajedo que se arma em macho não pode comprar, também. As normas indicam “dois sócios do sexo oposto”. Um Maria e um Manel. Dois Maneis nem pensar, duas Marias também não. Não vá essa malta desatar aos beijos e outras porcarias na bancada e distrair os restantes espectadores do belo jogo praticado pelos 22 machos que andam atrás da bola, no relvado.

O Sporting, clube de elite, de famílias bem, não brinca com as coisas das famílias tradicionais e não vai à bola com paneleirices como os casais do mesmo sexo. É de leão. Alfa, claro.

O estádio é a nossa casa

10, Novembro, 2009 José Freitas Nenhum comentário

Sabem aquela máxima popular que nos relata que uma pessoa muda de partido, de emprego, de camisa, de cara metade mas não muda de clube? Pois, tinha a certeza que sabiam. É mesmo assim. Podemos estar zangados com os jogadores, os treinadores, dirigentes e até com outros adeptos do nosso clube mas não passamos a torcer pelos adversários e queremos sempre ganhar. O futebol é assim, dado a paixões e, na maior parte das vezes, irracional.

Por isso, o estádio é a nossa casa. Podemos morar numa belíssima residência, com garagem para cinco automóveis, uma grande piscina, janelas gigantes que nos inundam de luz, mas a nossa casa, a nossa verdadeira casa é o estádio.

Ansiamos sempre por ver o melhor relvado. Verde, bem aparado, bem desenhado, com as linhas geometricamente calculadas. Um regalo. Então se o nosso estádio for palco de um jogo entre duas grandes equipas, ainda melhor. E um Chelsea – Manchester United é um jogo de encher as medidas de qualquer um. Por isso, não há nada melhor que assistir, com toda a atenção, ao jogo. Ou há?

 

A voar…

16, Outubro, 2009 José Freitas Nenhum comentário

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Hadas Koren, de Israel, nas qualificações do Campeonato do Mundo de Ginástica, na O2 Arena, em Londres. Foto de Jerry Lampen, da Reuters, em The Big Picture

O beijo

16, Setembro, 2009 José Freitas Nenhum comentário

Qual estátua viva, o britânico Mark Cavendish parece indiferente aos dois beijos que lhe são aplicados na face. O ciclista venceu a segunda etapa da Volta à Irlanda, no dia 22 de Agosto. Por isso, subiu ao pódio, recebeu o prémio e colocou-se a jeito para os beijos da ordem.

As beijadoras, moças de beijar vencedores em todos os dias da corrida de ciclismo, parecem faze-lo com o máximo sentimento possível. Os olhos estão fechados. Uma colocou mais base que a outra mas ambas repuxaram as pestanas. Ambas encostaram o nariz e os lábios nas faces por barbear de Cavendish.

O ciclista dá mostras de parecer que não era nada com ele. Do alto de uma qualquer arrogância de vitória, o corredor surge mais altivo que tranquilo. Será que estava lá?

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(REUTERS/Stefan Wermuth)

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O ‘defeso’ desportivo, essa bela fase anual

A minha época desportiva preferida é o ‘defeso’. É a fase divertida de transferências, dos reforços, da mudança de treinadores, do início dos treinos, dos diversos elogios, dos jogos de preparação que não contam para nada, sobretudo das esperanças crescentes. A esperança de ganhar o campeonato, de chegar às competições europeias, da manutenção, enfim, a esperança que se mede à dimensão de cada clube. É a fase do ‘estado de graça’, aquele momento em que as coisas boas são elogiadas e aplaudidas e em que as coisas más são perdoadas e facilmente desculpadas com o facto de ser o início da época.

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Os problemas, as críticas, as desilusões e os desapontamentos vêm mais tarde. Aquele médio que parecia dos melhores que desfilaram pelos relvados nacionais afinal não passa de um jogador fraquinho. O avançado goleador é, quando muito, adequado para o campeonato de Malta. O defesa implacável dos primeiros dias saiu um triste ‘passador’.

Vacinado por muitos ‘defesos’ desportivos, prefiro ver a questão pelo lado lúdico. A falta de tempo mas, acima de qualquer outra razão, a falta de paciência, levou-me a deixar de lado os jornais desportivos. Olho para a primeira página e já está. É raro o dia em que não haja grandes pérolas editoriais. Mas nesta altura do ano ainda ganho coragem para folhear e, por vezes, até fico contente por isso. A sério.

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Joel Santana dribla o inglês

Joel Santana tem um excelente currículo como treinador de futebol. Quanto mais não seja por ter sido o único campeão estadual com os quatro grandes clubes cariocas: Vasco da Gama, Fluminense, Flamengo e Botafogo.

Agora, Joel Santana está a treinar a selecção da África do Sul, que recebe o Mundial do próximo ano. Para avaliar das condições de preparação, foi organizada a Taça das Confederações. O treinador brasileiro teve aqui a primeira oportunidade de testar as habilidades dos seus pupilos contra grandes selecções. E a África do Sul terminou em quarto lugar. Nada mau.

O mesmo já não se pode dizer do inglês de Joel Santana. O ‘mister’ bem se esforça para explicar o que aconteceu dentro das quatro linhas mas, na maior parte das vezes, não se sai bem…

E, de repente, em Tirana…

Ao fim da manhã, numa reportagem da SICN vejo o repórter falar com um cidadão albanês vestido com a camisola de Portugal. Diz que é fã do Benfica e da selecção de Portugal. E fala português, bem razoável para um albanês que nunca esteve em Portugal. Pelo menos é o que ele diz.

Como aprendeu a falar português, pergunta o repórter da SIC. “A ver a SIC nos últimos 15 anos”. O homem deve ser brilhante. Sem ajuda, sem perceber nada da língua, apenas a ver a conjugação de imagens e sons aprendeu a exprimir-se em português de forma razoável para entender umas perguntas e avançar umas respostas.

Ao início da tarde, na RTP1, o repórter enviado a Tirana encontrou, claro, o mesmo indivíduo. A pergunta da ordem recebeu a resposta esperada: “A ver a RTP todos os dias”.

Fiquei mais descansado. O homem aprendeu português não só a ver a SIC mas também a RTP. Assim já acho possível.

Vídeo:

(Não encontrei online a reportagem da SIC com o mesmo protagonista)

A verdade e a mentira

Há três dias perguntava quando é que o comunicado do Benfica seria desmentido. Bem podem dizer que o texto, em rigor, não foi e não será desmentido, que era a realidade naquele momento, que tinha de ser, por razões formais, porque a CMVM tinha pedido esclarecimento, ou por qualquer outro motivo.

São as tais verdades e mentiras do futebol, como descrevia há uns anos Pimenta Machado, naquele que terá sido o seu maior contributo para a semântica do desporto-rei em Portugal.

Hoje, o jornal Record conta que Jorge Jesus assinou um contrato com o Benfica por dois anos, com Luís Filipe Vieira. Pode até ser mentira mas os detalhes são tantos que tudo me leva a crer que é verdade. Se não for, este será mais um caso ‘tipo Vichyssouse’ ou lá como se chama a sopa fria.

Também em Aventar.

A infelicidade de Vieira

O paladino da verdade desportiva (não falo de Rui Santos, falo do outro) quebrou o silêncio e veio dizer, ontem, que a absolvição de Pinto da Costa foi “infeliz”. Que Luís Filipe Vieira era um génio de gestão desportiva já sabíamos pelos inúmeros títulos conquistados, agora ficamos a conhecer a sua profunda capacidade de jurista.

Leia o resto em Aventar.eu

Um inquérito online que vale a pena

Gostam de inquéritos online? Não? Eu também não. Mas, enfim, de vez em quando temos de fazer uma excepção, numa espécie de remar a favor da maré.

É por isso que recomendo a realização do inquérito colocado por jcd no Blasfémias. As perguntas são pertinentes, há opções de resposta e é fácil responder. Afinal, não conta para nota, não permite ganhar nenhum prémio e não obriga a pensar muito tempo na resposta que preferimos. A sugestão está dada.

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RTP interrompida

16, Fevereiro, 2009 José Freitas Nenhum comentário

A blogosfera ficou hoje agitada pela interrupção, a dois minutos do final, do FC Porto – Rio Ave de ontem. O Sinaleiro da Areosa falou do assunto. O Blasfémias acompanhou. Houve mais mas fico-me por estes.

O resultado estava em 2-1 e os dragões marcaram um golo nos últimos instantes da partida. Um golo que já não foi visto pelos espectadores da RTP. Pelos vistos uma avaria técnica no carro de exteriores impediu a transmissão dos últimos minutos. Uma avaria cuja gravidade foi de tal ordem que terá levado a que só cerca de 20 minutos depois, após cinco de publicidade, e 15 de Telejornal, houvesse explicação para tão abrupto corte de transmissão. Um tímido pedido de desculpas e a coisa ficou despachada. Aliás, já deve ter sido uma maçada estar com estas explicações.

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O comportamento da RTP não foi apenas grave para com os adeptos do FC Porto ou do Rio Ave. Foi grave para com todos os espectadores, curiosamente aqueles que colaboram para que a RTP pague salários, o prof. Marcelo, o Dr. Vitorino e compre jogos de futebol.

E raios me partam se não foram os superdragões os responsáveis pela malvadez.

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