O mês de Agosto causa-me sentimentos ambivalentes. Por um lado, aprecio a menor densidade de automóveis nas estradas, a menor velocidade com que se fazem as coisas, a existência de menos notícias.
Por outro lado, não gosto da existência de menos notícias. Há a tendência a dar-se demasiada importância a notícias que não o merecem.
Admito que detesto o facto de mais de metade do país parar. Quem está não decide, quem decide não está. Eis Portugal em Agosto.