A voar…

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Hadas Koren, de Israel, nas qualificações do Campeonato do Mundo de Ginástica, na O2 Arena, em Londres. Foto de Jerry Lampen, da Reuters, em The Big Picture

O céu a cair-nos na cabeça

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Estão a ver a imagem acima? Olhem outra vez. Analisem, observem muito bem. Especulem… Uma nave extra-terrestre? O escudo anti-mísseis EUA / Rússia? O buraco onde Fátima Felgueiras se vai enfiar depois destas autárquicas?

Antes de começarem com as teorias da conspiração ou previsões de que é desta que os extra-terrestre cheguem ao nosso planeta, fiquem a saber que os meteorologistas da Rússia explicam o fenómeno do ponto de vista científico.

Várias frentes de ar passaram por Moscovo recentemente, incluindo uma frente de ar proveniente do Ártico, e o Sol estava a incidir de oeste, e assim se produziu o efeito óptico”.

Pronto, tudo explicado. Tudo? Não, numa pequena aldeia podem juntar-se todos os adeptos da conspiração que lutam, agora e sempre, contra os invasores. Apenas temem que o céu lhes caia na cabeça.

Veja o vídeo:

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“O rectângulo?”

Alberto João Jardim continua divertido. Como sempre. Hoje foi votar e uns pés de microfone que lhe dão atenção perguntaram-lhe como comentava o homicídio de hoje. Sempre com resposta na ponta da língua, o homem respondeu que não é este o país que deseja para a Madeira dele. A Madeira dele, não sei se repararam na preciosidade linguística. Terminou com um “onde fica esse rectângulo? Onde fica?”.

Como não devia estar a falar de geometria mas sim de geografia, e o tal “rectângulo” acho que deve ser Portugal, vamos dar uma ajuda a descobrir onde fica…

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O “rectângulo” fica na Europa. O “rectângulo” pagou – e continua a pagar – o desenvolvimento da Madeira. O “rectângulo” ajuda a que o chefe dos humoristas da ilha se mantenha no poder.

Este Jardim é um prato.

As palavras de Tarantino

A diferença está nos diálogos. Ponto. É nos textos, nas linhas, nas palavras que está a diferença do cinema de Quentin Tarantino. E “Sacanas sem lei” confirma isso mesmo. Sim, claro que há as imagens. Ao contrário de João César Monteiro, Tarantino sabe que o cinema vive das imagens, senão poderia ser apenas uma rádio novela.

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Esse conhecimento permite-lhe criar enfeites para os diálogos. Mesmo nas cenas de acção, Tarantino está a falar. Mesmo nas cenas de amor, é ainda Tarantino a falar. Mesmo quando há silêncios, são as palavras que lá estão. Mesmo quando utiliza, e isso ocorre inúmeras vezes, referência cinéfilas, as palavras dançam-nos nos olhos. Já viram entrevistas do homem? Pois claro, está sempre a falar, não se cala. Sim, tal como Vasco Pulido Valente escreve melhor do que fala.

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Playboy com Marge Simpson na capa

É oficial: a capa da edição de Novembro da revista Playboy, nos EUA, vai ser preenchida por Marge Simpson. Sim, a personagem da série animada “The Simpsons”. Nua.

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O popular site TMZ anunciou que a mãe de Bart, Lisa e Maggie Simpson aparecerá na capa sentada numa cadeira, com as orelhas do coelho da Playboy (ai esta ela, na imagem). O site E! Online destaca que no interior da publicação será possível ver a mulher de Homer em três páginas. Não são conhecidos os valores pagos à senhora amarela. Talvez seja possível conferir o efeito que tiveram os três filhos no corpo de Marge.

É certo que Marge não reune a sensualidade de uma Jessica Rabbit, mas…

O especial desta edição de Novembro é apresentado sob o título “The Simpsons celebrate their 20th Anniversary” (Os Simpsons celebram o seu 20º aniversário).

A caravana que passa

Por acaso, alguma força política acredita que obtém votos por fazer caravanas de apoiantes? Os iluminados que em muitos concelhos promovem essas paradas antiquadas parecem achar que sim. Pode ser defeito meu, mas eu acho que não.

Não estou a ver um eleitor, mesmo que indeciso, fazer uma opção de voto pelo carro alegórico melhor decorado, pelo hino eleitoral com sonoridade mais agradável ou, apenas, pelo número de carros que compõem o cortejo.

Além de poluição sonora deveras desagradável, o que por si só deveria implicar um ‘cartão amarelo’ gigante nas urnas, as procissões políticas transformam-se numa perda de tempo para que tem de amargar atrás dos carros e motos que apoiam e transportam o andor, isto é, o candidato, que vai acenando ao povo à espera de benesses eleitorais na hora de colocar a cruzinha.

Mas lá regressa a questão: será que uma caravana deste tipo equivale a um só voto ganho? As forças políticas acham que por fazer este tipo de acção de campanha convencem alguém? Terão assim tão fraca conta do povo? Acharão que são os eleitores tão estúpidos que vão decidir o voto por uma alegada demonstração de força ao percorrer diversas ruas fazendo barulho? É a isto que chamam o debate de ideias?

Vamos limpar Portugal

Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com cerca de 6000 voluntários.

Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.

Projecto Limpar Portugal

Zombies: Não há como prevenir

A sempre divertida Universidade da Florida, nos EUA, incluiu normas sobre como lidar com um ataque de zombies (sim, os mortos-vivos) na sua página de Internet, ao lado das regras acerca de como reagir em caso de furacões e epidemias. Como é evidente, está tudo relacionado.

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No sítio, é possível obter informações sobre como é que as autoridades da Universidade devem dar resposta a ataques de "zombies". Uma boa ideia, porque é preciso manda-los deste para o outro mundo, de vez. Há para ai uns malandros que não querem mesmo fazer a transição. Com jeito ainda exigem subsídios e outras regalias.

Um porta-voz do estabelecimento de ensino já esclareceu que o conjunto de conselhos para enfrentar os mortos-vivos foi escrito por um funcionário do Departamento de Tecnologia, que pretendeu assim "desdramatizar" os debates sobre o que fazer em caso de catástrofe. “Desdramatizar”.

Não se conhecem as fontes utilizadas pelos autores dos conselhos ou se resultou de experiência própria.