“Screensaver” é a palavra mais perigosa nas pesquisas

Faz buscas na Internet? Claro que faz. Todos fazemos. Ora, aqui vão algumas recomendações ao faze-lo. Fique a saber que as palavras e expressões mais perigosas de pesquisar na Internet estão definidas. Bom, em concreto o perigo não está em busca mas sim nos resultados.

Está à espera que a palavras mais perigosa seja “sexo”? Claro que estava. Mas não é. A mais perigosa, atendendo ao estudo da McAfee é “screensavers”. Com um risco de 59 por cento. Quem diria. E a segunda? Sexo? Não!

Tudo o que inclua a palavra “free” (grátis) tem um risco mais de exposição a aplicativos maliciosos e sites fraudulentos. O mesmo acontece em sites a que se chega com a palavra “lyrics” (letras de músicas).

O estudo teve por base as 2658 palavras e expressões mais utilizadas em pesquisas através de mais de 413 mil endereços de internet.

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A verdade e a mentira

Há três dias perguntava quando é que o comunicado do Benfica seria desmentido. Bem podem dizer que o texto, em rigor, não foi e não será desmentido, que era a realidade naquele momento, que tinha de ser, por razões formais, porque a CMVM tinha pedido esclarecimento, ou por qualquer outro motivo.

São as tais verdades e mentiras do futebol, como descrevia há uns anos Pimenta Machado, naquele que terá sido o seu maior contributo para a semântica do desporto-rei em Portugal.

Hoje, o jornal Record conta que Jorge Jesus assinou um contrato com o Benfica por dois anos, com Luís Filipe Vieira. Pode até ser mentira mas os detalhes são tantos que tudo me leva a crer que é verdade. Se não for, este será mais um caso ‘tipo Vichyssouse’ ou lá como se chama a sopa fria.

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O que se faz no Parlamento Europeu?

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Em rigor, para que serve o Parlamento Europeu? Afinal, o que fazem os deputados europeus? E qual a actividade dos deputados europeus portugueses?

Estas são perguntas legitimas de todos nós, sejamos muito ou pouco atentos às matérias políticas e, em concreto, à intervenção na nossa vida dessa instituição que se reparte por Bruxelas e Estrasburgo.

Algumas respostas podem ser encontradas no Vote Watch.

Por lá fiquei a saber que os eurodeputados portugueses são os 9º mais assíduos às sessões de trabalho, com 87 por cento de presenças. Fiquei ainda a saber que em 67 por cento das vezes os eurodeputados portugueses votaram em conjunto para o mesmo lado.

Há estatísticas para todos os gostos, podemos verificar a actividade de cada parlamentar e de cada grupo políticos, enfim, um mundo de informação para quem quiser saber o que se passou nos últimos cinco anos.

O “novo” vs. “velho” jornalismo

É um dos temas de actualidade quase permanente desde há uns dois ou três anos na comunicação social: o conflito ou a compatibilidade do jornalismo de papel e digital. Apesar de todas as opiniões, ideias e possibilidades que se abrem pontualmente, não há ainda uma posição mais ou menos consensual do caminho a seguir.

Não creio que haja tão cedo. Prova disso mesmo é a disparidade de opiniões manifestadas por diversos especialistas de jornalismo, estudiosos da comunicação e, acima de tudo, daqueles que vivem a profissão dia-a-dia, os jornalistas, dos mais experientes aos recém chegados à profissão.

Mark Fiore, cartonista que utiliza a animação nos seus trabalhos, além dos desenhos, criou um “combate” verbal entre o “velho e o novo” jornalismo para mostrar o conflito latente, cujo fim está longe de ser conhecido.

Vídeo:

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O caso das agressões a Leonor Cipriano

Era para ter aventado alguma coisa sobre o tema na sexta-feira. Decidi esperar, em busca de uma qualquer explicação decente, um esclarecimento suplementar. Até ver, nada. Um tribunal nacional decidiu condenar, com pena suspensa, um ex-inspector e um inspector da Polícia Judiciária por falsidade de depoimento no caso das agressões a Leonor Cipriano. Sim, agressões. O tribunal considerou que a mãe de Joana foi agredida nas instalações da PJ. Mas não conseguiu identificar os autores.

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Quantos advogados são necessários para mudar uma lâmpada?

“Um advogado fará tudo para ganhar um caso, algumas vezes até dirá a verdade”, disse Patrick Murray numa das inúmeras frases e piadas em redor desta classe profissional. Há muito que os advogados têm má imagem pública, sobretudo nos EUA, em Itália e diversos outros países. Em Portugal eram, até há poucos anos, uma das classes mais respeitadas. Hoje o cenário não é o mesmo. Em parte por culpa própria, mas também por responsabilidades da justiça nacional, um dos sectores mais atrasados e miseráveis deste nosso país.

Há demasiadas leis, decretos, portarias, regulamentos, por vezes contraditórios, e, usando analogias automobilísticas, diversas escapatórias e rotundas que permitem aos advogados e alguns dos seus clientes contornarem decisões desfavoráveis ou utilizarem manobras dilatórias, que prolongam os processos ‘ad eternum’.

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Está reaberta a guerra das janelas e das maçãs

(… e nada tem a ver com as guerras de alecrim e manjerona)

E, de repente, as tréguas acabaram. Com Steve Jobs, o seu general e guru, em casa, a tratar um problema hormonal, a Apple distraiu-se. Ficou à sombra do sucesso do iPhone, iPod e companhia e não deu pela mudança de estratégia da Microsoft.

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