Resoluções de ano novo? São uma trampa

Todos os anos é a mesma coisa. Ancorados no espírito de ‘ano novo, vida nova’, estabelecemos uma série de ideias e objectivos que queremos cumprir. Chamamos-lhes ‘resoluções de ano novo’. Dizemos para nós mesmos que, desta vez, sim, desta vez é que é.

Na maior parte dos casos, 365 dias depois verificamos que não foi. Mas nesse momento há há novas ‘resoluções de ano novo’, porque há mais um ano a chegar e, sim, agora sim, é mesmo. É a partir de agora que vamos fazer tudo aquilo que tínhamos pretendido já ter feito mas não fizemos.

Já todos estivemos lá. Não faça grande caso. A vida é feita de todos estes momentos.

Os passos

Por entre uma série de outras coisas, um senhor chamado Lenine escreveu que, às vezes, é preciso dar um passo em frente e dois atrás.

O homem tinha razão.

Há que saber é o momento certo para os dar.

RSS pelo cano

Ao longo de anos fui acumulando muitos feeds RSS de muitos sites. Nos últimos meses a lista foi crescendo, crescendo, crescendo… Tornou-se incontrolável. Bastam dois dias sem os ler para ficar com centenas de posts para ler dos mais diversos sites e blogues. Um stress.

Hoje foram centenas, ou milhares, de posts que ficaram dados como lidos de forma automática, sem os ter lido. Não havia outra opção. Ou isso ou o caos.

O pior é que o problema é capaz de se repetir dentro de dias.

As Aventuras de Tintin – O Segredo do Licorne: bom mas sem deslumbrar

Muito haveria a dizer sobre As Aventuras de Tintin – O Segredo do Licorne mas como agora não tenho tempo fica apenas a certeza de que se não é um filme que deslumbre e se é verdade que Steve Spielberg já fez melhor, este não deslustra o percurso do cineasta nem seque o da famosa personagem.

Um bom filme, ainda melhor entretenimento e tecnicamente brilhante.

A Odisseia no Espaço do Major Tom

Obrigado Andrew Kolb.

Não te conheço, pá, mas fiquei a saber que fizeste um livro de ilustrações contando a história do “Major Tom” que todos nós sonhamos ser, quando éramos uns pirralhos e julgávamos que iríamos mudar o mundo.

Tiveste a coragem de pegar numa canção mítica, simples e tão complexa, e contar em imagens aquilo por que passou o astronauta Major Tom na sua viagem para o espaço. Parece que as palavras cantada por David Bowie, em 1969, ganharam nova dimensão.

A canção foi editada em single em 1969, inspirada no filme “2001: Odisseia no Espaço”, de Stanley Kubrick. Conta-nos a aventura trágica do astronauta, que acaba por perdendo o contacto com a Terra.

Andrew Kolb desenhou uma imagem para cada frase da letra.

An Oddity of Space animation – illustrated by Andrew Kolb from Simon Victor on Vimeo.